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sábado, 8 de junho de 2013

Esmalte e amor

Amamos como casal, como pais, como amigos, como irmãos... Muitos amam sua profissão, seu hobby, seus bichos...

O amor muda, se adapta e, muitas vezes, acaba... Mas, quando acontece, tem que ser celebrado. Para que "seja infinito enquanto dure". Seja qual for o tipo de amor. Seja qual for o destino desse amor. A vida não precisa só de oxigênio, água e alimento. Precisa de amor. Caso contrário, não é vida.

Para esta blogagem, estou usando o Pink Poá, da Beauty Color. A imagem genérica é porque ainda vai rolar uma faxina aqui e só vou fazer as unhas mais tarde. Daí, atualizo ;)


Update: aqui está a foto das unhas!!!




Nosso querido Renato, cantando Camões. A paixão, forma mais intensa e agressiva do amor.


O insight.

You're the reason I believe in love
And you're the answer to my prayers from up above
All we need is just the two of us
My dreams came true because of you

From this moment as long as I live
I will love you, I promise you this
There is nothing I wouldn't give
From this moment
I will love you as long as I live
From this moment on


Consolidação

Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor...

Cena do filme "Up"

Amor que dá frutos...

Foto de 2009. Arquivo pessoal.







Este post faz parte da blogagem coletiva Esmaltes, da Fernanda Reali. Lá no blog dela tem outras histórias de amor incríveis!


Próxima semana: Esmalte e Festa Junina
(comida, decoração ou roupas típicas)


terça-feira, 12 de junho de 2012

Lugar de criança é na escola ou brincando!!! #semtrabinfantil Blogagem Coletiva de Combate ao Trabalho Infantil

Segundo a OIT, a prática do trabalho infantil atinge 215 milhões de crianças e adolescentes em todo o mundo. Aqui no Brasil, 132 mil domicílios são chefiados por crianças. Para mobilizar as pessoas a combater esse mal da nossa sociedade, há dez anos, foi instituído o dia 12 de junho como o Dia Internacional do Combate ao Trabalho Infantil. O Brasil instituiu a data em 2007. Durante a semana de 11 a 15/06, uma rede formada por ONGs, jornalistas, blogueiros, educadores, fóruns, conselhos tutelares, municípios e demais cidadãos engajados apresentará campanhas, palestras, seminários e várias outras atividades.


Dentre essas atividades, está a blogagem coletiva pelo Dia Internacional de Combate ao Trabalho Infantil, proposta pela Samantha Shiraishi, do blog A Vida Como A Vida Quer, que ocorrerá simultaneamente a diversas ações voluntárias pelo dia de hoje. Convido meus amigos blogueiros e com perfis nas redes sociais a participar. No Twitter, haverá manifestação especial das 14:00 às 16:00, utilizando a hashtag #semtrabinfantil, mas durante todo o dia podemos dar nossa contribuição.

Somos atualmente considerados a 6ª maior economia do mundo, ultrapassando o Reino Unido em termos de PIB. Somos "investment grade", o que, em tese, significa que temos solidez em nossa economia, estabilidade política, capacidade de honrar pagamentos e fatores sociais, como por exemplo distribuição de renda, são aceitáveis. Será mesmo?

Análises e discussões financeiras à parte, o fato é que o país tem muito dinheiro, mas continua pobre. A renda continua concentrada nas mãos de uma minoria, o nível educacional é baixo e as condições de ensino, por padrão, são precárias. Entre as mazelas presentes e enraizadas, o trabalho infantil é a mais cruel, pois tira de milhões de crianças o direito de viverem plenamente sua infância.

O trabalho escravo e infantil são realidade em nosso país, que utiliza em vários setores da cadeia produtiva esse tipo de mão de obra. É preciso conscientizar empresários e, principalmente, consumidores a não comprarem de empresas que utilizem desse método para produzir. Temos que nos responsabilizar por nossas atitudes e o consumo consciente é uma arma poderosa para mudarmos esse cenário.

Além das empresas, nos lares esse tipo de trabalho também é utilizado, seja em forma de "ajuda", seja em forma de contratação direta de crianças para desempenhar atividades domésticas. Uma coisa é a criança participar proporcionalmente à sua idade das atividades cotidianas da família, o que é saudável e que dá, desde cedo, noção de responsabilidade. Outra, bem diferente, é a criança ser obrigada a desempenhar tarefas que seriam de adultos, quando deveria estar brincando ou estudando.

É prática cultural, enraizada e cruel, que tem que ser combatida com todos os meios, sendo dever de todos a proteção às crianças e seus direitos.
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