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domingo, 12 de maio de 2013

Pequenas Felicidades (Feliz hoje, dia das mães é todo dia!)

Quem me conhece sabe que não curto datas comerciais. Não gosto dessa obrigação de dar e receber presentes porque é dia x. Consumismo louco, filas em restaurantes, nada disso combina com o que creio fazer parte do que se chama de felicidade.

Felicidade para mim é no dia a dia, nas pequenas coisas e, também, nos grandes eventos. É um sorriso, um bilhete, um chamego e até uma bronca bem dada. Felicidade não se compra, tampouco tem data especial para acontecer.

É gostoso dar e ganhar presentes, mas de forma espontânea. Passo numa loja, vejo algo com a cara de um filho, do marido, de uma amiga, compro e dou. Às vezes eu ganho também (e adoro!!!). Ou não compro, faço. Um brownie, um saco de biscoitos artesanais, uma caixa de brigadeiros... Aliás, estou em falta com algumas amigas e vou corrigir isso o mais breve que puder (abafa)...

Essa semana começou com encontrinho relâmpago no Centro com amigas queridas: Fernanda Reali, Rogéria Thompson, Patrícia Daltro e Chris Ferreira. Inacreditavelmente, não teve foto. De tão gostoso que estava o papo, deixamos a vontade de aparecer no Face de registrar. Acontece, rs.

Na quarta, eu e marido fomos resolver uns assuntos na rua e tiramos a tarde para ficarmos juntos. Voltei ao Centro para uma tarde super gostosa.

Teatro Municipal

Biblioteca Nacional

Jardim na entrada lateral do Teatro Municipal


Na sexta, festinha na escola do Felipinho. E do jeito que gosto: low profile. Sem frescuras, sem arrancar o couro das mães (custou 3,00 de cada uma). Eles dançaram, cantaram, teve café da manhã coletivo e ainda ganhamos um presente fofo e útil. Agradeço muito ter saído da exploração e das cerimônias chatíssimas das escolas particulares. Não digo que foram todas assim, tive momentos emocionantes, mas olha... Nem vou dizer nada, rs.





"Mãe, árvore frondosa que dá bons frutos..."


Esse quem fez foi o Pedro. Muito fofo!!!

Mesmo sob meus protestos, minha família me trouxe presentes. Eu, claro, tive que fazer o "sacrifício" de aceitá-los, kkkkkkkkkk.



Mais um par para satisfazer minha paixão por havaianas.

E hoje teremos almoço em família, feito por papai e mamãe, com direito a sobremesa. E não é porque convencionou-se que no segundo domingo de maio é Dia das Mães. É porque gostamos de estar juntos e de celebrar nossas vidas.

lantejouladesign.wordpress.com




Feliz hoje!!!!






Este post faz parte da blogagem coletiva "Pequenas Felicidades".

A blogagem coletiva "Pequenas Felicidades" é uma iniciativa do blog Botõezinhos e nos convida a rever nossa semana e a valorizar mesmo as mínimas coisas boas que nos acontecem.

Olha que felicidade mais fofa...

A arte da parede é cortesia do Felipinho... :/

sábado, 13 de outubro de 2012

Pequenas Felicidades - Post 5

A blogagem coletiva "Pequenas Felicidades" é uma deliciosa iniciativa do blog Botõezinhos e nos convida a rever nossa semana e a valorizar mesmo as mínimas coisas boas que nos acontecem.

Por que você me pergunta?
Perguntas não vão lhe mostrar
Que eu sou feito da terra,
Do fogo, da água e do ar!

"Que jamais, em tempo algum, tu esqueças da Presença que está em ti
e em todos os seres." Trecho de oração celta



A maior felicidade que se pode ter é ser independente e íntegra aos seus princípios e perceber que pode viver muito bem com eles. É também perceber que é melhor do que muita gente e até você mesma pensam.

A gente questiona muito quem a gente é, do que é capaz, se realmente gostam de nós de verdade. Eu tenho a sorte de ter amigos queridos que gostam de mim como eu sou. E cheguei à conclusão de que se não sirvo para alguns se “não mudar”, quem sai perdendo são eles. Eu não vou mudar a essa altura da vida, não na essência. Se meu jeito de ser incomoda, só lamento. Quem me conhece e gosta de mim de verdade, sabe que apesar dos eventuais defeitos, as qualidades superam e que podem ter em mim uma amiga fiel como uma mafiosa.

Não aceitei ninguém, não fui para a luz, não viajei na nave de mestre algum, tampouco psicografei mensagem. Encontrei a deusa maior de todas, que sou eu mesma. Todos somos deuses. Deus, ou o que quer que se chame, como diz Raul, está em nós (mas nós não estamos nele).

Não, não tomei LSD ou algo semelhante, é que uma das felicidades da semana foi constatar que posso ser feliz a despeito de quem e do que. Isso se chama independência e é condição para ser feliz. Não é simples, não se mantem a todo tempo, mas é uma evolução.

E, puxa vida, ontem foi Dia da Criança, um dia feliz por natureza!!! :D Comemos comida boa, rimos, ficamos em casa por causa da chuva e foi muito bom!

Ilustração da Dani Moreno para uma blogagem coletiva muito legal que fizemos ano passado.

Outras lindas felicidades da semana:

Felipinho fez 3 anos!!!! Mais lindo que nunca, esperto, inteligente, nossa alegria da casa!!!




Ganhei o Tygra, que a princípio pensei ser Anna Sofia, kkkk. Ele ia ser abandonado por uma vizinha na rua. Imagina, com cerca de 01 mês, não sobreviveria nunca!!! Não pensei duas vezes, catei as coisas dele na casa dela e trouxe tudo para a minha. Olha que lindooooo!!!




Essa postagem saiu um tantinho atrasada, mais tarde coloco a Esmaltes. Quer participar também? Essa semana o tema é Histórias em Quadrinhos, divertidíssimo!

/Update: Nessa semana não participarei da BC Esmaltes porque não fiz "azunha" ainda, rs. Mas vão lá no blog da Fernanda Reali e vejam as participações mais que especiais da semana ;)

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Não corro atrás da felicidade, prefiro que ela ande lado a lado comigo ;)


Durante a tarde de ontem, enquanto dava conta de minhas tarefas normais, vi que passaria na tv (tá, era na Globo, mas vale assim mesmo) o filme "À Procura da Felicidade". Com Will Smith melhor que nunca, encarnando um herói diferente do que ele costuma fazer. Nesse filme ele não dá porrada, tampouco atira em alguém ou mata algum monstro. Não literalmente. Na verdade, ele faz tudo isso e um pouco mais, só que como nós fazemos no dia a dia, para garantir sustento e dignidade para nós e para quem amamos. E com alegria e leveza, não deixando o lado lúdico de lado, usando a fantasia a seu favor.

Destaco a sequência do metrô, para onde Chris Gardner vai com o filho, após perder o apartamento e, desorientado, não sabe o que fazer. O filho diz que eles estão voltando no tempo, daí começam a fantasiar que estão na pré-história e que há dinossauros em volta e precisam se proteger, achar uma caverna. A "caverna" encontrada é o banheiro da estação, onde eles dormem.

Resolvi rever o filme, enquanto terminava algumas coisas que estava fazendo, e aproveitei a oportunidade para, já que meus filhos estudariam Português, lhes propor uma tarefa: eles também veriam o filme e depois fariam uma dissertação, com toda a norma de praxe, dizendo com suas palavras o que acharam. O resultado foi o melhor possível: o mais velho fez de cara, o mais novo teve um pouco mais de dificuldade, vai terminar hoje, mas contou oralmente a história como gente grande. Nessas horas vemos que os valores passados a eles estão dando certo, por eles terem entendido tão bem a mensagem passada no filme.

Aqui já passamos por algumas dificuldades pesadas e agora posso dizer que estamos naqueles momentos de superação. Pouco a pouco reconstruindo o que sobrou após o vendaval passar. Quem tem filhos sabe que passar aperto com criança dói em dobro (no caso aqui, vezes três)... Mas, como sempre há algo bom no que vivemos, para eles também ficam algumas lições, como valorizar o que temos, agradecer sempre, insistir numa ideia que você acha que vai dar certo, mesmo que digam que não. Ou como diz Chris Gardner, no filme, para seu filho: "Nunca deixe ninguém dizer que você não é capaz de fazer alguma coisa".
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