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sexta-feira, 20 de julho de 2012

Pequenas Felicidades - Post 3

A blogagem coletiva "Pequenas Felicidades" é uma deliciosa iniciativa do blog Botõezinhos e nos convida a rever nossa semana e a valorizar mesmo as mínimas coisas boas que nos acontecem.

Fiquei um tempinho fora blogagem coletiva. Não que em dois meses e pouco não tivesse tido nenhuma felicidade, pequena ou grande. Mas demandas (sempre elas) unidas a probleminhas pontuais de saúde atrapalharam um pouco a garimpagem semanal de prazeres. Mas eles estiveram presentes e nessa semana volto a listá-los.

Foi uma semana que começou com febre do pequeno, adiamento de compromissos, algumas tristezas por coisas que às vezes fogem ao controle, frio e chuva. A chuva foi cessando, as nuvens dissipando e as coisas foram voltando ao seu lugar. Felipinho já está ótimo e comendo, os três estão de férias e tudo se encaminha para um final de semana em paz e com sol :D

Sexta, 15/07, foi o último dia do ano letivo dos meninos antes das férias. E as três escolas aproveitaram para fazer festa!!! As do Dani e do Pedro fizeram as respectivas festas juninas internas, para os alunos e a do Pedro fez uma linda apresentação para os pais, todas com músicas de Luiz Gonzaga, em homenagem ao centenário de seu nascimento.

Pedro dançou muito bem e era um dos mais animados!!!

Tirando o chapéu, que foi ideia da professora, ele é que produziu o visual para a festa.

Na escolinha do Felipe, como já tinham feito festa junina, aproveitaram os trabalhos feitos para a Rio+20 e fizeram uma apresentação para os pais, com os trabalhos e com performance dos pequenos. Foi a primeira apresentação do Felipinho!!!!! :D (Primeira porque não participamos da festa junina, já que foi no dia seguinte que eu me acidentei, fraturando a costela e ainda estava com muita dor).

Aguardando o começo da apresentação.



Pau brasil que será plantado no quintal da escola.


Xote Ecológico

Lindão se apresentando direitinho!!!











Meus três lindos - Daniel, Pedro Henrique e Luís Felipe.

Nessa apresentação do Felipe tive uma emoção a mais: a turma do EI-10 apresentou "A Linda Rosa Juvenil" como parte do evento. Eu, com a mesma idade (por volta de 5 anos) também apresentei, fazendo o papel da Rosa. Pode parecer besteira para alguns, mas essas lembranças de minha infância me emocionam de verdade. Mostram de onde vim, quem eu realmente sou e me lembram de nunca esquecer que aquela menina sou eu!!!







Sexta 15/07 também foi Dia Mundial do Rock. Para uma família de roqueiros é uma super data, com muito a comemorar!!!



Por fim, tivemos bons momentos gastronômicos (com esse frio só dá vontade disso, rs): um risoto especial de abobrinha que nasceu de um improviso e as impagáveis esfihas do maridão.




Um super final de semana e que a próxima semana seja ainda melhor!!!!!!!!!!!!

UPDATE!!!
Felipinho, brincando de montar com seus bloquinhos coloridos, vem e me mostra, dizendo que fez um pão!!! :D



segunda-feira, 9 de julho de 2012

TDAH, a droga da obediência e os rótulos

Google


Há alguns dias, no blog Conteúdo Livre, um artigo do Estado de Minas, ""Droga da obediência" prestes a se tornar epidemia" chamou minha atenção e hoje, pelo Facebook, a discussão sobre o uso indiscriminado de medicação para transtornos de comportamento infantil voltou à tona. “O que estão fazendo com as nossas crianças? Como estão sendo diagnosticados esses pacientes? E os remédios, como estão sendo prescritos? É algo que está sendo dado para a ansiedade dos pais, dos educadores e dos psiquiatras para responder às inquietações dos meninos. Alguém está preocupado com isso?” são perguntas feitas no artigo e que muito intrigam e angustiam pais e mães que passam por suspeitas ou diagnósticos de fato.


Como mãe e como pessoa que procura estar bem informada antes de tomar uma decisão, vejo com muita reserva essa prescrição rápida de medicamentos para crianças diagnosticadas com TDAH e outros transtornos semelhantes ou complementares a esse. Eu sofro desse problema e digo que não é fácil manter-se focado e organizar-se. Mas não faço uso de nenhum medicamento. Isso demanda algum sofrimento para me adaptar, mas prefiro isso a ficar dependente química. No caso de crianças, isso tem que ser pensado e repensado. Tem que pesar os prós e contras. Benefícios reais versus consequências a médio e longo prazo. Temos que ver alternativas antes de chegar ao medicamento. E, se ele for inevitável, como vamos fazer para a criança não ficar dependente dele.


Outro problema é que existe um excesso de diagnósticos, muitas vezes feitos por profissionais não qualificados para identificar na criança características específicas que os justifiquem. As escolas, quando não conseguem lidar com crianças fora do padrão de comportamento que julgam adequado, são as primeiras a rotular. Começa com um chamado, reunião com coordenadores pedagógicos até a taxação efetiva: seu filho tem o transtorno e é preciso tratá-lo. Isso antes da criança passar por qualquer avaliação médica, baseados apenas em comportamentos pontuais, que podem ser desde tédio com o sistema de aula até outra coisa totalmente diferente (e mais séria até). A blogueira e artesã Lu Brasil relata isso aqui e eu também passei por isso, com meu filho mais velho, quando ele tinha quatro anos e estava no Jardim II. Estava numa fase muito rebelde, não obedecia prontamente (fase essa que durou, por sinal, alguns anos). Mas, nesse caso, ele não se interessava por algumas atividades ou simplesmente preferia ficar sozinho no canto da leitura folheando livros. Foi o bastante para me chamarem e dizerem: "Olha, seu filho tem ou altismo ou TDAH. Vamos indicar profissionais para tratá-lo". Recusei imediatamente a indicação, levamos à neuropediatra, depois ele fez um tempo de terapia e chegamos à conclusão de que elas estavam totalmente enganadas.

É fácil rotular e dar um remedinho, em vez de resolver de fato a situação. É mais cômodo, para pais e para a escola. Poupa tempo de todos, a criança obedece e fica tudo certo. Não, não fica!!!! Na verdade pode-se piorar o problema, jogando-o para baixo do tapete. Ou criando um problema que simplesmente não existe.


quarta-feira, 7 de março de 2012

Nossa adaptação à escola pública - primeiras semanas e entrevista no IG

Gente, tenho é assunto aqui acumulado nos rascunhos... Muitas coisas interessantes acontecendo, no mundo e na minha vida, muita coisa para colocar em dia. Mas, hoje, o assunto é nossa adaptação na escola pública, continuando a série que iniciei nesse post e pretendo continuar ao longo do ano.

Hoje estou, junto com outras mães vivendo situações semelhantes, no iG, canal Delas, na seção Filhos, contando um pouco de nossa experiência nessa transição, em entrevista concedida à jornalista Carla Hosoi. A matéria, na íntegra, está aqui.

"Da escola particular à rede pública", matéria para a qual concedi entrevista à jornalista Carla Hosoi
Foram as primeiras impressões, bem no iniciozinho do período letivo, mas servem como depoimento de apoio para quem vive situação semelhante e também para informar, para mostrar o outro lado, o lado positivo do ensino público. Erros e acertos ocorrem em qualquer lugar. O importante, para a escola, é ter uma equipe comprometida com a qualidade de ensino e com o bem estar de seus alunos o que, no caso das escolas escolhidas, está acontecendo. Da parte dos pais, a participação ativa é fundamental, com busca de informações, cobrança positiva, no sentido de melhorar e valorizar a escola e contribuição sempre que possível, para que a comunidade, junta, possa ter a escola que quer e merece.

Depois de ocorrida a entrevista, veio o Carnaval e as aulas retornaram na próxima segunda feira após esse, em 06/02. Na semana antes do Carnaval, eles receberam o Riocard, que veio sem foto, apesar da escola prontamente ter marcado o dia e tirado as fotos, enviando as mesmas corretamente. A princípio, não haverá problemas com isso, espero.

As coisas começaram a acontecer, material escolar, livros didáticos e uniforme foram distribuídos, parte das informações passadas foram se consolidando. Existem problemas, especialmente com a questão da falta de professores ou professores com presença irregular, o que gera alguns transtornos em ambas as escolas. Na do mais velho, gerou instabilidade de horários, obrigando as crianças a levarem todo o material na mochila. A solução está em andamento e a diretora da escola, guerreira que ela só, está se empenhando pessoalmente para resolver o problema. Mas, especialmente na do meu do meio, que está no Fundamental I, apesar de não atingir diretamente a ele, pois a turma dele está funcionando normalmente e com professora, não deixo de me preocupar, com as outras crianças e com o impacto disso no dia a dia da escola. A equipe é muito competente no que faz e se dedica com amor e, ao mesmo tempo, com muito profissionalismo, mesmo com essa falha da Secretaria Municipal de Educação. "Tiram leite de pedra" para dar às crianças e aos pais o melhor possível, garantindo tanto formação quanto a segurança das crianças poderem frequentar a escola.

Meu mais velho irá cursar inglês com bolsa integral em um curso renomado, fruto do convênio da escola com esse curso. As aulas estão de vento em popa, as oficinas começam a acontecer, além de aulas de música e dança. As bibliotecas já estão funcionando e eles já aproveitaram para pegar novos livros para ler. A cada hora surgem novidades e quero que eles participem de tudo, que aproveitem todas as oportunidades possíveis.

E, uma observação importante: quando disse na entrevista que as informações são desencontradas e que são passadas "de sopetão", não foi uma crítica direta às escolas, mas da forma como a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro resolve as coisas por vezes, forçando a equipe das escolas a dar uma hora uma informação, outra hora uma diversa. Não há má vontade, tampouco irresponsabilidade, eles só trabalham (e muito bem) com os recursos disponíveis, os quais muitas vezes não são o ideal.

Nesse momento, só tenho a agradecer às equipes da Escola Municipal Jean Mermoz e da Escola Municipal República do Peru, pelos meus filhos estarem tão felizes e satisfeitos. O que eu puder fazer para ajudar e contribuir, farei, pois esse ganho também é meu, para uma educação melhor e acessível a todos, além de destacar o papel da escola como pólo disseminador de cultura e ponto de encontro da comunidade.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

A boa Escola Pública ainda existe

Eu estudei em escola pública até o 4º ano (antiga 5ª série do 1º Grau). Meu marido estudou em escola pública a vida inteira. Em outras épocas, estudar em escola pública era sinônimo de ensino de qualidade. Hoje em dia é última opção, para quem pode ter opção.



Por uma rasteira dessas que a vida nos dá, neste início de ano me vi forçada a não renovar a matrícula dos meus dois filhos mais velhos na escola particular que eles frequentam e a colocá-los para estudar em escolas públicas. Minha primeira reação, motivada pelas notícias que temos a respeito e por preconceito, assumo, foi de pânico e revolta, simultâneos. Cheguei a cogitar a ideia de deixá-los por um ano em homeschooling, estudando em casa, sob minha supervisão, mesmo sabendo que isso, pelo ECA, é ilegal em nosso país (o que considero absurdo em relação ao direito de escolha dos pais quanto à educação dos seus filhos, mas isso é assunto para outro post).

Mas isso não foi feito, pois ouvi meu marido, que era contra a ideia e também fui aconselhada pelas divas amigas. Foi decidido que eles seriam matriculados na rede pública. Primeira dúvida: como faz matrícula, ainda mais nessa época do ano (era final de janeiro)??? Já estava nos imaginando dormindo em filas...

Não foi o que ocorreu. As escolas foram escolhidas pela internet, na página da Secretaria Municipal de Educação para esse fim. Conseguimos escolas perto, embora cada um tenha ficado em uma escola diferente, por serem de segmentos distintos (Fundamental I e II). Uma na rua detrás de casa e outra muito bem conceituada entre as escolas públicas do Rio, segundo pesquisamos. Na semana seguinte, já deveríamos comparecer à escola com documentos para confirmar a matrícula. Mas eu ainda estava desconfiada. Estava muito fácil, sem burocracia, sem lista de espera...

No dia 23 de janeiro comparecemos às escolas, primeiro na do Pedro, que vai para o 4º ano. Quis chegar cedo, imaginando filas e caos. Cheguei na porta da escola, pintadinha, direitinha. Lá dentro, tudo "nos conformes". Fomos super bem recebidos e atendidos. Esquecemos de levar o número dele impresso, com a comprovação de matrícula feita pela internet. Mas não precisou, porque o nome dele já estava na lista. Documentação ok, ficou faltando a foto para o Riocard, que foi tirada outro dia, também com muita calma. Com o Dani, mais velho, a mesma coisa. Matrícula ok. Não gastaremos um centavo com uniforme, material escolar e mochila, que serão fornecidos pela Prefeitura (e os kits são uma gracinha, como pude constatar).

Ontem foi a reunião de apresentação no auditório da escola do Dani, que irá para o 6º ano. O que encontrei por lá foi uma diretora e equipe extremamente comprometidos com seu ofício e com o bem estar dos alunos. A escola dele (e também a do outro) estão em um projeto piloto de horário estendido, com mais tempo de aula (no caso do 6º ano, 7 tempos de aula) e várias atividades extraclasse. A escola conta com laboratório de informática, wi-fi, as aulas serão ministradas com netbooks para os alunos, todas as salas têm datashow, existem aulas de reforço, estudo dirigido, práticas esportivas, música, além das crianças fazerem três refeições na escola: café da manhã, almoço e lanche. Aos sábados, em parceria com o Governo Federal, haverá oficinas de artesanato, música, esportes, reforço escolar e recreação para alunos e comunidade. Não creio que sentirão dificuldades ou falta de nada. Tirando o luxo ao qual estavam acostumados, desde a Ed. Infantil, nas escolas particulares que frequentaram, tudo ficará igual (ou melhor, dependendo do ponto de vista). Se tudo isso vai funcionar perfeitamente eu não sei, mas a intenção deles é das melhores e, pelos índices dessa escola, confio que as metas serão atingidas.

E, observação extremamente importante: as escolas municipais do Rio de Janeiro não têm progressão continuada. Os alunos têm que fazer provas e são avaliados para poderem passar de ano. A aprovação não é automática.

Saí de lá emocionada e até meio envergonhada, por ter ficado tão triste nos últimos dias, por ter que tirá-los do colégio de alto nível que frequentavam. Fiquei com vergonha porque, em vez de ter ficado triste, deveria estar agradecida por meus impostos estarem sendo tão bem aplicados (Ok, eu sei que é obrigação... Mas sabemos que em nosso país não funciona bem assim...). E também estou agradecida por meus filhos terem o privilégio de estarem nessas duas escolas de ponta. Que esses "privilégios" se multipliquem por todas as outras, para que todas as crianças de nossa cidade (e de nosso país) possam ter acesso a tudo isso gratuitamente e com dignidade, como meus filhos estão tendo. Torço por isso e, como contribuinte e mãe de alunos, vou fazer a minha parte, cobrando, exigindo e contribuindo com o que estiver a meu alcance. Vou ficar de olho e usar meus recursos para apoiar e criticar, quando necessário.

Educação é um direito de todos e deveria ser assim para todos, sem distinção.

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Atrasada, mas com carinho: Blogagem Coletiva #paisnaescola (@futurodopresent)


É com muita satisfação e orgulho que participo, com esse meu novo espaço, de minha primeira blogagem coletiva: #paisnaescola, do querido blog Futuro do Presente com um tema que é para mim muito especial e fundamental: educação.

 
Em primeiro lugar, a escola tem que deixar de ser encarada ou como prestadora de serviço, no caso das particulares ou entidade filantrópica, na qual se presta um favor (não sendo admitidas exigências), no caso das públicas. É claro que nem todas seguem esse padrão, mas essas são poucas e honrosas exceções, cujos profissionais têm amor ao que fazem e competência para exercer seu ofício.

Meus filhos já passaram por algumas escolas e, na maioria das vezes, o procedimento era sempre o mesmo: comunicação pela agenda ou com hora marcada. Na escola atual, apesar da carência de reuniões de pais (é somente uma, no início do ano letivo) e de haver a agenda, nós pais temos plena liberdade de entrar na escola junto com as crianças (não tem aquilo de deixar na porta), falar com a professora na entrada e até bater na porta da sala de aula, se isso for necessário. E não há contratempos desagradáveis, tudo funciona muito bem. Eu acho isso muito importante e sentia falta disso nas outras escolas.

Eu não acredito que uma relação burocrática estabeça o vínculo que é necessário para a formação das crianças em idade escolar. E não há estímulo para que os pais interajam com a escola! As reuniões são sempre monótonas e repetitivas. Sempre que precisamos falar especificamente de um filho, acabamos falando em particular com a professora. Não há interação, não há troca, a conversa não flui, o que ocorre é somente um monólogo: da professora lendo um roteiro preparado. Por vezes, a reunião começa com algum texto edificante, algumas mães se emocionam, e fica só nisso. Uma variação é uma dinâmica ou outra, com pais nitidamente constrangidos participando a contragosto. Um horror!!!

Já é clichê dizer que estamos na era da informação. Com tantos recursos, seja para reuniões presenciais, seja online, para quem não puder comparrecer, a escola ainda não modificou sua forma de integrar os pais a seu cotidiano. Os mais interssados têm que ir atrás, insistir, marcar hora e muitas vezes vêm seu esforço ser em vão, pois, infelizmente, a maioria não está intersssada, acha que a escola tem que resolver tudo pois é paga para isso e eles são muito ocupados (para ir a reunião de pais, a festinhas e também para brincar com o próprio filho, ler uma história para ele...).

É um jogo onde todos perdem. E quem mais perde são as crianças, que ficam sem nenhum referencial no meio disso tudo. Incluindo sérios problemas de comportamento e bullying, vemos cada vez mais crianças que terminam o Ensino Fundamental sem saber ler e escrever direito, sem saber fazer uma conta de cabeça ou sem nenhum hábito de leitura. Pois não há incentivo e crianças são movidas a incentivo e bons exemplos.


 A solução? Conciliação e conscientização do papel de cada um. Da escola, abrir-se mais aos pais - e ouvi-los, em vez de somente prestar contas, usar dos recursos que temos atualmente para abrigar todas as agendas, para que todos possam participar. Capacitar melhor seus professores, para que não sejam meros ditadores de matéria para decorar. Tornar o aprendizado mais interessante e atrativo, fazer as crianças, desde cedo, terem amor ao que fazem, para sererm futuros adultos de sucesso no que escolherem.

E aos pais? A esses cabe a sua tarefa primordial: serem pais acima de suas outras funções. Priorizar seus filhos em suas agendas, em suas demandas. Crianças até aprendem sozinhas, se preciso for. Mas aí são meras sobreviventes. Criança precisa da família por perto, amparando, ensinando e até aprendendo junto, para uma formação completa. Precisa de incentivo, aplauso, quando for o caso, e exigência e bronca, quando também necessário. Juntando isso com amor, não tem como não dar certo.
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