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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Falando sobre drogas

Semana passada, Pedro, meu do meio (9 anos, curasando o 4º ano do Fundamental), foi com sua escola visitar a Câmara de Vereadores do RJ, onde assistiu à palestra "Papo Reto", quando foi abordado o tema "dependência química e prevenção ao uso de drogas", promovida pelo Dr. Jorge Manaia, vereador pelo PDT. Também foi abordado o tema recorrente "Bullying", juntamente com uma visita à exposição ao ar livre "A Terra vista do céu", que abre os trabalhos da Rio + 20 e outra de reconhecimento do Palácio Pedro Ernesto, que abriga o plenário. Saíram de lá com um excelente material, que inclui um folder sobre a palestra, outro sobre bullying, um exemplar do Estatuto da Criança e do Adolescente e um livrinho da ONG Sementes do Bem, com mensagens positivas.

Tráfico de drogas é assunto de polícia e tem que ser combatido com o maior rigor possível. Dependência química é questão de saúde pública. Achei, portanto, a inciativa muito válida e especialmente útil num momento em que cracolândias proliferam pela cidade e o alcoolismo se torna crônico, com o início do consumo acontecendo cada vez mais cedo.

A melhor maneira de combater as drogas é com prevenção. Em casa e na escola, falando abertamente sobre o assunto, sem medo e sem tabus. A criança tem que saber dos perigos que a cerca e aprender a se defender e a dizer não.

Diálogo é fundamental na criação de uma criança. E informação hoje não falta. Cabe, principalmente, aos pais a tarefa de começar o trabalho de prevenção, conversando, mostrando exemplos e, principalmente, sendo o exemplo, não fazendo uso de drogas ilícitas, ou mesmo ingerindo álcool e fumando na frente de crianças.

Google

A implementação de políticas públicas de prevenção e assistência aos dependentes químicos e suas famílias deve ser uma prioridade dos governos e é nosso dever cobrar isso. Tem que haver no sistema de saúde canais decentes de atendimento, casas de desintoxicação e a internação deve ser compulsória, em último caso, para o bem de todos.

Esse é um assunto de todos nós e deve ser discutido à exaustão.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Bye, Whitney!!!!


Falar de Whitney Houston é falar de boa parte da minha adolescência. Suas canções embalaram festas, sonhos, romances... Era fã de sua voz e de sua interpretação.


Sobrinha de Dionne Warwick e afilhada de Aretha Franklin, Whitney era Diva, com D maiúsculo. Linda, voz poderosa. Mas não tinha controle sobre sua vida pessoal e apelou para as drogas. E, muito provavelmente, foram as drogas que levaram mais uma vida precocemente. Ela estava retornando aos poucos, tentando superar suas mazelas. Mas, como dizem por aí, a vida não é para amador e, muitas vezes, tentar somente não adianta.

Muitos de nós não aguenta ficar desperto o tempo todo. Precisa de algo para sair da realidade. Precisa de algo em excesso para ajudar a fugir. Mas o acaso não protege quem anda distraído. Quem não tem controle sobre sua vida, é levado pela enxurrada e o resultado disso normalmente é desastroso. "Quando perdemos o controle de nossa vida, qualquer força pode tomar conta de nós", disse, com muita sabedoria, a amiga Denise Lopes, hoje, pelo Facebook.

Se fica uma mensagem disso tudo, é a de que temos que ter controle. Sobre nós mesmos e sobre nossas vidas. "Deixar a vida nos levar", pode nos levar a algum lugar indesejado. E, se ficarmos parados no mesmo lugar, a vida segue seu curso sem nós.

Mas hoje não quero julgar nem chorar por Whitney. Só quero ouvir sua música. Um dueto dela com a Amy seria interessante e bonito de ver...

Reuters
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