Pela primeira vez, estou participando da Blogagem Coletiva "Pequenas Felicidades", uma inciativa do blogBotõezinhos, que também conheci recentemente. Já havia lido em alguns blogs amigos, como o da Fernanda Reali e o Inventando com a Mamãe, da Chris Ferreira, entre outros queridos, e vejo que a Mari Hart Dore, do Diário de Uma Mãe Polvo! também fez sua estreia.
O tema inicial deste post seria "o tempo", inspirada por uma montagem feita pela minha cunhada com fotos de várias épocas dos meus filhos no Facebook dela. Um filme passou em minha cabeça e quis muito falar sobre isso. A montagem pode ser conferida abaixo. Mas, incentivada pelo post da Mari, percebi que o meu de hoje tinha tudo a ver com essa blogagem e resolvi aderir de vez.
Felicidade para mim é ter minha família por perto, bem e feliz. É ir a uma praia, a um parque ao ar livre ou mesmo dar um banho na cachorra e acabar molhando todo mundo e rindo muito disso. Depois, segue um almoço e um filme ou um jogo, com a participação de todos.
Já quis muito, hoje sou grata pelo que tenho, que é muito mais do que sonhei e não tem preço. Saí de uma séria crise pessoal, demoli meu castelo de cartas sobre sal e areia agora sigo cada vez mais buscando meu prumo. E minha família tem um papel fundamental em tudo isso. Faço por mim, mas também e, principalmente, por eles.
Os responsáveis por tudo isso que resolveram, um dia, que teriam uma família e seriam felizes. Erraram muito, mas acertaram mais ainda. O resultado, pode ser conferido abaixo.
Falar de Whitney Houstoné falar de boa parte da minha adolescência. Suas canções embalaram festas, sonhos, romances... Era fã de sua voz e de sua interpretação.
Sobrinha de Dionne Warwick e afilhada de Aretha Franklin, Whitney era Diva, com D maiúsculo. Linda, voz poderosa. Mas não tinha controle sobre sua vida pessoal e apelou para as drogas. E, muito provavelmente, foram as drogas que levaram mais uma vida precocemente. Ela estava retornando aos poucos, tentando superar suas mazelas. Mas, como dizem por aí, a vida não é para amador e, muitas vezes, tentar somente não adianta.
Muitos de nós não aguenta ficar desperto o tempo todo. Precisa de algo para sair da realidade. Precisa de algo em excesso para ajudar a fugir. Mas o acaso não protege quem anda distraído. Quem não tem controle sobre sua vida, é levado pela enxurrada e o resultado disso normalmente é desastroso. "Quando perdemos o controle de nossa vida, qualquer força pode tomar conta de nós", disse, com muita sabedoria, a amiga Denise Lopes, hoje, pelo Facebook.
Se fica uma mensagem disso tudo, é a de que temos que ter controle. Sobre nós mesmos e sobre nossas vidas. "Deixar a vida nos levar", pode nos levar a algum lugar indesejado. E, se ficarmos parados no mesmo lugar, a vida segue seu curso sem nós.
Mas hoje não quero julgar nem chorar por Whitney. Só quero ouvir sua música. Um dueto dela com a Amy seria interessante e bonito de ver...