quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Verão, Natal, felizes festas!!!!!!!!!!!!!

Que os meus verdadeiros amigos sejam sempre amigos de infância, mesmo que eu os tenha conhecido adulta. Que nossas crianças sempre brinquem, pulem, riam e chorem, com a certeza que sempre ESTAMOS AQUI. Boas festas e feliz 2012!!!!


Obrigada por acompanhar esse blog. Em 2012 ele se desmembrará em outras surpresas :) Enquanto isso não acontece, a qualquer momento interrompemos a programação normal, rs ;)


sábado, 17 de dezembro de 2011

Então é Natal... E férias!!!! Uebaaaaaaaaa!!!


Tenho notado que esse ano de 2011, para muitos que conheço, foi um ano difícil. Vamos combinar que, fazendo uma pequena retrospectiva, foi um ano, no mínimo, intenso. No meu caso, foi punk, mas a recompensa está vindo no final, com a promessa de coisas boas no decorrer do próximo ano. Muito de 2011 ficou para 2012. Projetos e sonhos foram adiados, por intempéries diversas. Late, but not least...





E hoje, oficialmente, começam minhas férias!!! Decretei essa data por ser um domingo, dia de potencialidade pura, dia de recomeço, dia de página em branco para preencher, dia da família, dia de ócio criativo. Muitos de nós trabalham no domingo. Eu gosto muito de começar algo no domingo à tarde, na tradicional hora do jogo de futebol, quando a web está fervilhando com as paixões à flor da pele, convivendo em paz com quem não está nem aí para tudo isso. Normalmente tem muitos amigos online e trabalhar junto com amigos é um prazer à parte. Minhas ideias aparecem, planejo minha semana, faço anotações... Mas hoje não farei nada disso. De hoje a 08/01/2012 vegetarei feito um nabo serei somente eu e minha família e farei coisas somente para mim e para minha família. Dizer que as ideias deixarão de surgir é mentira, até porque o tal do ócio criativo serve para isso também, além de descansar. Mas a pegada será diferente. Planejamento, só das festas de final de ano, que aqui em casa tradicionalmente é petit comité, eu, marido e crianças (e, a partir desse ano, cachorra). Quem quiser vir é muito bem vindo, mas não saímos de casa e nos divertimos muito, temos nossos costumes e rituais. Comemos bem, ouvimos música, as crianças sempre cantam algo para nós, abrimos os presentes e ficamos na mais pura alegria de viver. Na noite de ano novo, se não for na praia é em casa e a pegada é a mesma.


O dia de hoje também foi escolhido porque ontem tivemos o último compromisso com a escola das crianças: a formatura do meu mais velho, Daniel. Ele concluiu o Fundamental I, encerrando mais uma etapa de sua formação e partindo para outra, mais complexa e cheia de desafios e, claro, poderá contar conosco sempre para isso. E concluiu com louvor, com excelentes notas e passando direto desde o terceiro bimestre, a despeito de todos os problemas que tivemos durante esse ano. Assim como foi ator de teatro, atleta de natação e enxadrista dos bons. Ao meu primogênito, meu respeito e meus parabéns sinceros!!! Você é filho de guerreiros e não nega o sangue, com sua inteligência, perspicácia e sensibilidade.


Meus outros dois filhos também foram nota 1000 durante esse ano. Os três me deram os melhores momentos. Cada um com sua habilidade e sensibilidade especial de nos encantar.


Pedro Henrique é nosso capoeirista, joga muito esse menino!!! Evoluiu exponencialmente durante o ano. Também passou com louvor para o 4º ano, também é enxadrista, ator de teatro e atleta de natação. Além disso, é meu filhinho mini chef, adora acompanhar a mim a ao pai na cozinha e já dá até palpites nas receitas :)


Já Luís Felipe, ou simples e fofamente Felipinho, é uma figuraça!!! Canta, dança, ama rock (felizmente, como todos nós aqui), escala móveis, corre de um lado para o outro, desenha (não necessariamente só em papel, rs) e é o anjo mais fofo desse mundo, que só chegou para nos dar ainda mais alegria.

E, completando nossa pequena, mas querida família, nosso patriarca. Que voltei há pouco a chamar de marido, com quem durante esse ano tive sérios desentendimentos, mas que, no final, o amor e nossa sintonia falou mais forte. Feliz ano novo para nós, ursão!!!



São momentos como esses que fazem tudo valer a pena, como diz o clichê. Quando a gente vê que, no final das contas, tudo acabou bem e estamos no lucro. Essas férias serão especiais, terão sabor, aroma e cores diferentes.

O blog não terá férias, pois já descansou demais durante o ano, rs. Não tenho compromisso de postagens, mas pretendo sim mantê-lo atualizado. E tem novidade, viu? Mais uma que era de 2011 e ficou para 2012 ;)

Minha definitiva e sincera opinião sobre a Lei da Palmada


Resolvi fazer esse post após ter participado via Facebook e Twitter de debate sobre o assunto e de ver as críticas a um post da amiga Vanice Santana, num grupo de mães blogueiras, lá no Face, onde ela diz ser favorável à chamada palmada educativa, após contar da violência que seu filho de quase dois anos sofreu por parte de uma menina com o dobro da sua idade, que o empurrou quando ele tentou beijá-la e abraçá-la, machucando-o no lábio. Alguns comentários surgiram, uns concordando, outros discordando, mas construtivos e maduros, outros simplesmente taxando quem bate de espancador, desequilibrado, entre outras coisas. E é justamente essa parte que muito me incomoda, na lei e em como a maternidade tem sido tratada.




Ninguém se sente bem dando palmada no filho. Aqui em casa, o diálogo sempre vem em primeiro lugar. Mas eu, se tiver que usar em último recurso, uso sim e não me sinto mal com isso. Porque estou impondo limites, mesmo usando um recurso extremo. Prefiro usar desse recurso hoje do que meu filho apanhar de verdade de estranhos amanhã, por não saber se comportar ou se impôr, como adulto. Ou pior, ficar sem limite nenhum e achar que assim pode tudo.

Existem várias questões. Primeiro, quem acha que hoje dá um tapa na bunda de advertência e amanhã poderá espancar, tem que procurar tratamento psiquiátrico, pois não é capaz de se controlar. O problema não é com a palmada, é com a pessoa. Segundo, tem palavras que doem muito mais que uma palmada, especialmente as que colocam para baixo ou desabonam a autoestima da criança. Isso causa muito mais estrago do que um tapa na bunda. Terceiro, cada um educa seu filho como achar melhor. Se eu sou a favor de dar palmada e outra mãe não, não necessariamente eu sou espancadora e outra é banana. São modos diferentes de educar.



Mas existe uma questão é a mais grave, que é criminalizar uma coisa que não é crime. Em caso de abusos e maus tratos reais, já existe o Código Penal e o Estatuto da Criança e do Adolescente, com mecanismos de defesa da vítima e punição do criminoso. Assim como existe o Estatuto do Idoso e a Lei Maria da Penha. E não me venham os politicamente corretos de plantão dizer que é a mesma coisa porque não é. Todos nós tomamos tapas na bunda quando pequenos e ninguém odiou os pais por isso, talvez somente na hora. Tampouco ficou traumatizado. Pelo contrário, a grande maioria nem precisava desse recurso, pois respeitava os pais, havia noção de hierarquia, coisa praticamente inexistente hoje, quando pais e mães se dizem e se comportam como amiguinhos dos filhos. Não são!!! São pais, e devem ser tratados e tratar como tais.

Esse excesso de psicologia e essa neurose politicamente correta está causando mais danos que trazendo benefícios, gerando pessoas que não sabem lidar com os assuntos da vida, inseguras e imaturas, que fora do seu mundinho cor de rosa não sabem como agir. Em vez de se preocupar com palmadas, deveríamos nos preocupar com as crianças que sofrem de verdade, que sofrem reais maus tratos, são exploradas nas ruas sem nenhuma chance de defesa ou são abandonadas nos abrigos, por anos a fio, por causa da burocracia que existe no processo de adoção ou da destituição do pátrio poder de uma família realmente danosa. A maternidade não é um mar de rosas, mas também não é só espinhos. As coisas não têm que ser levadas a ferro e fogo, até para ensinarmos aos nossos filhos que dá para ser feliz sem ser em algum extremo, que dá para conviver com as diferenças e com opiniões divergentes e ainda ser feliz. E dá para uma família ser dura com um filho sem que essa família perca o amor.



A Lei da Palmada chega a ser facista, pois é o Governo entrando em nossos lares para dizer como devemos educar nossos filhos. E, pior, coloca de forma genérica e no mesmo saco quem dá palmada com quem espanca de verdade. Sabemos que haverão aí muitas denúncias maldosas de vizinhos, parentes desafetos ou mesmo filhos abusados, que usarão isso contra os pais. E palmada, definitivamente, não é crime e não tem que ser criminalizada por lei. Essa lei é absurda, abusiva e desnecessária. Se fosse para criminalizar tudo, deveríamos então criminalizar mães e pais que fumam perto dos filhos (coisa que considero exponencialmente mais grave que dar uma palmada, pois aí realmente se coloca a saúde da criança em risco), mães e pais que dão miojo, mães e pais, que se o filho não quer brócolis dão Sustagem... Daqui a pouco alguém vai perder a guarda porque levou o filho ao Mc Donald's e contribuiu para a estatística de obesidade infantil.

Os exemplos citados são coisas com as quais não concordo, mas não acho que os pais que o fazem devam ser presos por isso, nem os que fumam perto dos filhos, causando notórios danos à sua saúde por toda a vida, por mais absurdo que isso possa ser. Se é como alegam, que palmada é cultura, e caso queiramos mudar uma cultura, devemos investir em informação, educação, não em criminalização ou patrulha. Criar leis só é válido para se proteger algo ou alguém, não para perseguir e impôr um ponto de vista aos outros. Isso não é nem de longe digno de uma democracia.

No caso da palmada não há do que proteger a criança. Ela está levando uma palmada, não uma surra. Ignorância e falta de limites causam muito mais danos que isso.

Update: Essas crianças sim, precisam de ajuda real. Onde estarão o Juizado da Infância e da Juventude e as ONGs nesse momento???

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Vivendo e aprendendo a jogar


Com a experiência aprendemos que podemos voltar atrás sem ser fracos. Aprendemos também que cometer os mesmos erros é burrice e que até para ser burro tem que ter estilo.

A linda e fofa amiga e blogueira de mão cheia Ingrid Strelow me presenteou hoje (e, de quebra, junto com outras amigas queridas) essa frase com o tão fofo quanto Einstein ilustrando:


A vida é dinâmica e não espera nossas vontades. Ela simplesmente passa e segue seu rumo, independente de nós. Vamos esperar a vida passar ou vamos ser protagonistas dessa história?

Termino com a diva das divas Elis, sempre com uma palavra sábia em meio à sua própria loucura. Mesmo que não suas, a interpretação endossava tudo.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O silêncio dos nem tão inocentes

"Meu caminho é cada manhã
Não procure saber onde estou
Meu destino não é de ninguém
E eu não deixo os meus passos no chão
Se você não entende não vê
Se não me vê não entende
Não procure saber onde estou
Se o meu jeito te surpreende
Se o meu corpo virasse sol
Se a minha mente virasse sol
Mas só chove, chove"

Estou há alguns dias meio que em standby. A inspiração está em algum lugar dando um passeio e não voltou ainda. Curiosamente, vejo que o blog, desde a última postagem, teve alguns dias de pico intenso de visitas, em grande parte graças a essa postagem e ao Book Crossing, o que me deixa feliz, pois são assuntos de importância além de datas estipuladas, distintos em suas proporções. Cultura, engajamento e informação nunca são demais.

Sou uma pessoa que não é muito de ficar desabafando suas tristezas. Curiosamente não sou de guardar desaforo, mas guardo tristeza. Prefiro comentar vagamente com pessoas amigas e seguir em frente, até porque as demandas são muitas. Não me importo nem um pouco que desabafem comigo, adoro ajudar amigos, mas fico melindrada quando é a minha vez. Orgulho? Receio de ser chata? Não saber o que dizer? Isso e um pouco mais. Prefiro compartilhar alegrias que tristezas. E nesse momento, estou triste.

Portanto, não estranhem a ausência, que deve ser temporária, para assentar o que foi para o ventilador. Tenho uma grande faxina a fazer e prometo ser breve. Afinal, é Natal e também quero minha parte dos presentes.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Basta de violência contra as mulheres!!!

Imagem: Margarida Espinho

Aproveitando a data de hoje, quando se comemora (?) o "Dia Internacional de Combate à Violência contra Mulher", foi sugerido pela Sofia Amorim, do blog Buteco Feminino, uma blogagem coletiva de apoio.

Infelizmente, tanto no Brasil, como em todo o mundo, esse ainda é um assunto recorrente, e contra as mulheres. Houveram avanços, mas descaso, conivência e medo das vítimas contribuem para um resultado aquém do que seria esperado. Ainda ocorrem estupros, espancamentos, mutilações e segregação. Há muito o que fazer.

Assim como com o Dia Internacional da Mulher, existe toda uma história por trás dessa data. Sua origem está em 1960, na República Dominicana, data em que foram brutalmente asssassinadas as irmãs  Patria, Minerva e Maria Teresa Mirabal, por ordem do ditador Rafael Leônidas Trujillo. Quando Trujillo chegou ao poder, a família das três irmãs perdeu sua casa e suas posses. Revoltadas com a situação e também por acreditar que aquele governo era um total equívoco para seu país, formaram um grupo denominado "Las Mariposas", cujo objetivo era fazer oposição. Foi decidido então, em 17 de dezembro de 1999, na Assembleia Geral das Nações Unidas, que a data seria lembrada, em homenagem a essas mulheres de coragem, que sacrificaram suas vidas pelo que acreditavam ser melhor para seu país e não se calaram nem diante de toda a violência que sofreram antes de serem assassinadas.

Aqui no Brasil avançamos muito, com a implantação da Lei 11.340/06, conhecida com Lei Maria da Penha, que ampliou a proteção às vítimas, permitindo a prisão em flagrante do agressor. Mas somente isso não é o suficiente. É necessário, tanto vítima, quanto os que convivem ou estão dela próximos, denunciem. Porque muitas vezes a mulher não o faz, se sujeitando a uma situação de humilhação e violência por anos a fio, seja por amor, por medo ou por depender financeiramente do agressor. Assim como ocorre com a pedofilia, quem não denuncia é cúmplice do criminoso.

Denunciar é preciso, sempre!!! E as mulhereres, aos primeiros sinais de que seu companheiro é violento, devem tomar providências para que coisa mais grave não ocorra à frente. É preciso que a mulher também se valorize e não permita nunca ser tratada como inferior ou sem respeito. Violência não é só a física, também é a verbal e a velada, quando se discrimina pelo sexo, quando se deixa (explícito ou não) que aquilo "não é para mulher", quando se tenta diminuir e humilhar, quando se ofende.

Quanto às instituições, além de existir uma Lei e todo um Código Penal, é necessário que essa Lei se  cumpra. Que existam casas de amparo e Delegacias da Mulher. Que as empresas sejam punidas por discriminar, seja por ser mulher, seja pela mulher estar grávida ou ser uma trabalhadora com filhos.

As famílias têm seu papel, educando filhos e filhas para conviverem com respeito e sem segregação (isso é para menino, isso é para menina). Ensinando as filhas a se defenderem e aos filhos que violência não os torna mais machos.

Toda a sociedade tem que se mobilizar a respeito. Somente assim, chegaremos perto da chamada "igualdade" (de direitos e deveres) e todas as lutas não terão sido em vão.




Mãe não erra nunca!!! (Oi? o.O)

Hoje tive o prazer de participar da Colcha de Retalhos do Mamatraca, dando um depoimento sobre erros que cometemos no exercício da maternidade. Por mais que nos achemos mães perfeitas e imaculadas, somos (embora muitas vezes nos esqueçamos disso) seres humanos, sujeitos a falhas e erros. E como se erra sendo mãe! Seja por excesso (meu caso) ou por falta...

Além do meu tem vários outros, emocionantes e hilários, que valem a pena!!!





terça-feira, 8 de novembro de 2011

BookCrossing Blogueiro - Vamos compartilhar cultura :)

http://luzdeluma.blogspot.com/search/label/Bookcrossing

Aqui no Brasil já foi chamado de "Atentado Poético". O BookCrossing é uma prática que visa "libertar" livros para incentivar o hábito da leitura. E a blogosfera tem sua versão, o BookCrossing Blogueiro. As ilustrações fofas desse post foram gentilmente feitas pela Luma, que está divulgando a iniciativa aqui no mundo online. Fui lembrada pela Mari e participo com muito prazer da inciativa.

Para participar, basta trocar com alguém que conheça (ou não) um livro por outro ou "esquecer" o livro por aí, em locais movimentados, como praças, ônibus, metrô, supermercados (locais onde o livro possa ser resgatado facilmente por quem passa). Coloque um bilhete ou uma dedicatória, no próprio livro, para que a pessoa agraciada fique sabendo o porquê do movimento e se sinta incentivada a levá-lo, transformando-se assim numa leitora, mesmo que, a princípio, não o seja. É uma forma de compartilhar cultura com quem não tem condições financeiras de comprar um livro ou mesmo para incentivar quem acha que não tem tempo.

Quem quiser divulgar o ato, com fotos e textos de incentivo, pode fazê-lo em seu próprio blog ou nas redes sociais. Podemos ainda, como sugeriu a Luma, trocar resenhas e impressões sobre os livros que libertamos.

Então, pegue aqueles livros que estão mofando em sua estante, sem serem lidos, e liberte-os, dando a eles um destino mais digno e conquistando mais um leitor. Informação é para circular, não para ficar guardada!!!


Update: E os pequenos não podem ficar de fora também!!!! Divulguei também no blog Pequenos Leitores. Veja como seu filho pode participar, ou como você pode fazer uma criança feliz com um livro hoje ;)


domingo, 6 de novembro de 2011

Tá de bobeira??? Quer uma receita de bolo rápida e gostosa :) ?

Esse bolo pode ser feito à mão ou em batedeira. A textura ficará diferente de um modo ou de outro, mas ambas ficarão boas. Pode acrescentar baunilha, chocolate ou o que você quiser, caso não queira fazer a versão branca, comum.

Bolo Rápido da Cris



  • 2 xícaras de açúcar
  • 2 colheres de sopa de manteiga ou margarina sem sal
Mistura tudo!!!
  • 3 ovos inteiros
Bate tudo!!! O ponto é quando ficar fofo e uniforme.
  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
Mistura tudo. Acrescenta por último:
  • 1 xícara de leite
Dá aquela misturada final, até a massa ficar totalmente uniforme. Unta e enfarinha uma forma de buraco no meio e deixa no forno por 30 a 40 minutos. Fica pronto quando o meio estiver seco (verifica com o indefectível palitinho ou com um garfo mesmo).

Só quero ver alguém preferir massa de bolo pronta agora, rs...

Enjoy it!!!!

Minha vida é uma set list!!! (#BlogagemColetiva "As músicas da minha vida")

Mais uma blogagem coletiva divertidíssima, proposta pela amiga Fê Iasi (adorei) em homenagem ao niver de casamento da amiga Ingrid Strelow e seu maridão Paulo Lima.



Desde que me entendo por ser humano minimamente civilizado gosto de música. Ela sempre esteve presente em minha casa. A diva Vanice Santana me lembrou das Patotinhas no post dela (que também foram indiretamente lembradas no meu do Dia das Crianças). Foi um dos meus primeiros contatos espontâneos com música, vindo depois Balão Mágico, Trem da Alegria, as músicas daqueles especiais infantis da Globo (quando chamavam Raul para fazer, em vez de pagodeiros e subcelebridades...), músicas clássicas de criança, naqueles discos de historinhas coloridos... Fui dessas crianças que se fantasia e imita o artista e tudo. Sempre colocava música para brincar, para estudar, em minhas festas sempre tinha, muita.







Daí para o rock foi um pulo... Meu primeiro contato (tirando o Raul, já citado acima) foi o melhor possível: Queen. Minha mãe por milagre comprou algo que não fosse pagode resolveu inovar, comprou e gostou: o álbum The Works, com o qual fui presenteada pela música Radio Ga Ga. Essa música é minha primeira referência musical de verdade e me emociona até hoje.






Daí que partindo do Queen, conheci Kiss, que veio ao Brasil fazer show em 83 e logo depois surgiram do Rock'n Rio (ao menos para mim, que ainda não conhecia e onde o Queen arrasou, nos emocionando ao extremo) Ozzy Osbourne, AC/DC, Scorpions...








Além de, claro, meu querido BRock, que bombou na época, ficou esquecido um tempo e voltou com tudo: Lulu Santos, Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Legião Urbana, Titãs... O Legião, em especial, pois Renato sempre foi para mim muito mais que um cantor, mas uma referência cultural. Senti muito por sua partida tão precoce (o que, aliás, ocorreu com Cazuza, Cássia Eller, Freddy Mercury...).



Nesse ínterim, uma breve pausa para o bizarro... EU GOSTEI DE MENUDO... :/ Pois é... E gostei de dançar coreografia, me rasgar e até me vestir igual a eles. Ninguém é perfeito...



Acreditam que ouvindo a música agora, involuntariamente, o corpo ainda se mexe lembrando da coreografia??? Eu hein... o.O E não é que os bichinhos eram feios??? E, sim, playback não é exclusivdade do Justin Bieber, nos shows deles rolava solto também, rs.

Nos anos 80 a new wave também era muito forte, obrigatória nas festinhas. Eu me acabava!!!! :D





Era new wave e o gótico ("farofa" or not...), que tocava nas chamadas "festas dark" (todo mundo de preto, com batom e unha escuros, dançando com a própria sombra): The Cure, The Smiths, Morrissey, The Cult, Echo and Bunnymen...







Depois disso veio a adolescência, já no final dos 80 e avançou pelos 90's. A disco voltava com tudo, só que repaginada, em forma de "dance music" e o pop subia direto nas paradas. Era época de Erasure, Pet Shop Boys, New Order... Foi a época que comecei a sair à noite e me acabar nas pistas, onde também tocava pérolas dessa época, como Sonia e Kon Kan. Zoom, Babilônia, La Dolce Vita, Hippopotamus (onde consegui entrar algumas vezes com jabá de convidados), Circus... Depois, com o movimento das raves, lá pelo meio dos 90's, vieram as festas na Fundição Progresso, a Bitch do Tivoli Park, a Monnight no Sírio e Libanês (já entrando nos 2000)... Bons tempos...












Hoje sou um pouco de cada uma dessas músicas (tem muito mais, se fosse colocar tudo ficaria aqui até à noite, rs). Um mix de tudo isso. E passo para meus filhos todas essas referências, para que eles conheçam um pouco da minha história e para que tenham embasamento para formar as próprias set lists de suas vidas.

Parabéns, Ingrid, a você e ao maridão!!! Que a música e a magia sempre estejam em suas vidas e que sejam o mote dessa família linda.
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